Jeverson Senger

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Formado em Publicidade e Propaganda
pela Universidade Positivo (Curitiba/PR).

Possuo ​senso crítico-criativo elevado e habilidade para criar também de modo não-verbal. Minha criatividade não está restrita à redação. Penso em ideias. Se haverá algum título, depende da ideia que eu tiver.


Passei por grandes agências de Curitiba/PR (Vivas Comunicação e OpusMúltipla Comunicação Integrada), Ponta Grossa/PR (Ideia Três Publicidade), Maringá/PR (Nação Propaganda) e Criciúma/SC, somando aproximadamente 4 anos de experiência. Tenho disponibilidade para morar e trabalhar em qualquer cidade.

Alguns clientes que atendi foram CCR RodoNorte, Paraná Clínicas, Colégio Sepam e Sepam Vestibulares, Colégios Maristas, Shopping Palladium Ponta Grossa, Jovem Pan Ponta Grossa, Faculdade União, Móveis Balaroti, O Boticário,...

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As minhas ideias ajudaram a conquistar, nos poucos prêmios e anuários a que foram inscritas, 2 Ouros e 1 Grand Prix GRPCOM e 3 participações no Anuário do Clube de Criação do Paraná.

 

CASE
"O GOLPE DA CABEÇA RASPADA"

A comunicação dos cursinhos pré-vestibulares geralmente consistia somente em mostrar números de aprovações e colocações que, inclusive, poderiam ser manipulados. Como números também são difíceis de memorizar e associar, a mensagem não se diferenciava.


A ideia que tive para destacar o cliente Sepam Vestibulares foi explicar a "justificativa" para o tradicional corte de cabelo que os alunos do Sepam recebem depois de passarem no vestibular:

"Os professores do Sepam Vestibulares faziam os alunos passarem no vestibular para raspar a cabeça deles, fazer perucas com o cabelo deles e vender no mercado negro de perucas.

Quanto mais alunos aprovados, melhor para o negócio de perucas. Por isso eles aprovam tanto."

Tornando, assim, os professores do Sepam os mais obcecados por CABELO... isto é, pela aprovação de alunos no vestibular!

Essa ideia se tornou uma capa falsa no jornal de maior circulação da cidade, com matérias internas que aprofundavam a história e cobriam lacunas de modo tão excêntrico quanto a própria história. Também foi feito comercial para TV, entre outros. E a "propaganda convencional" do Sepam Vestibulares deixava transparecer o "verdadeiro interesse" dos professores (por cabelo), fortalecendo a história inventada.

 
 
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